[Espelho][9] – Conflitos
“inocencia minha esperar que um artesão anão e um artesão Elfo passassem o dia todo olhando um pra cara do outro sem arrumar confusão… Parece que vou precisar conversar com Kalis então.” Diz para si mesmo o Mago já procurando o capitão que disse que estaria observando seu passeio.
[Espelho][9] – Briga?
Uma velha senhora, que fica sentada na praça vendendo peças de cerâmica, diz:
“O que mais élfos e anões fazem além de brigar?”
Nenhum dos outros sabe responder as questões, ou prestou mais atenção do que no pequeno incidente na praça há pouco mais de uma hora.
Perfil: Kheene Threvon
Threvon foi um dos mais aclamados estudiosos da magia de seu tempo, algumas de suas magias, como o ponto de retorno de teleporte, revolucionaram o modo como os magos preparam seus encantamentos. Seus trabalhos o deram uma posição de prestigio junto ao Collegi Magicus e o titulo de Arquimago.
Este titulo o levou à presença do Mestre Arquimago Trevor Mistren, lider do Collegi Magicus. O mestre arquimago tentou convencer Threvon a a se dedicar integralmente ao desenvolvimento da academia e restringir sua pesquisa aos padrões estipulados por eles.
Threvon não apenas se recusou a seguir os padrões da academia, mas falou perante o conselho de arquimagos oque pensava sobre os metodos, objetivos e resultados alcançados pelo Collegi Magicus. Basta dizer que 90% do conselho se sentiu profundamente ofendido pelas palavras do Arquimago, que não esperou uma resposta e se teleportou para longe dali.
Depois deste incidente Threvon viajou pelo mundo a procura de um lugar onde levassem a magia a sério, mas encontrou apenas politica, conflitos e uns poucos estudiosos dispersos pelo globo.
Descrente da sociedade e decidido a compreender os mistérios mais profundos do arcano ele decidiu procurar a verdade por trás da lenda do Espelho, o lugar mais magico existente e lá continuar seus estudos.
[Espelho][8] – A busca
“era só oque me faltava… pra onde foram?”
O mago começa a perguntar para os outros vendedores e alguns dos aldeões tentando descobrir o paradeiro dos artifices que mais cedo se encontravam naquela barraca.
[Espelho][8] – a Feira
Ele, por um instante, mantém o olhar fixo no mago, como se relembrasse de alguma coisa.
“Cuidado, as coisas por aqui andam agitadas. Não se ponha em confusão… Entretando, eu vou manter um olho no que estiver fazendo.” Ele diz, virando-se e saindo.
Andar pela cidade é bem tranquilo, aliás, a guarda está até redobrada.
“Não era assim antes…” – O mago pensa.
Chegando na praça, um tumulto, uma gritaria… uma verdadeira bagunça. Onde deveria existir o anão e o élfo, somente uma barraca vazia.
[Espelho][7] – O Warmage
“Capitão Kalis, sempre atento aos visitantes… não se preocupe, vim apenas visitar a feira. não pretendo me envolver em discussões filosóficas com os sacerdotes do sol.”
o mago não consegue se repreender de um comentario que remeta à sua inquietante ultima visita. mas é esperto o suficiente para não mencionar sua discussão com Kalis.
[Espelho][7] – Enfim Solácia…
“Nada melhor do que um ritual bem sucedido” – Pensa o mago, colocando o último cristal na posição correta da nova sala de portais. – “Mesmo que eu tenha perdido quase meio dia.”
Obviamente, esta sala ainda está na fase embrionária, existe apenas o Ponto de Retorno, mas o mago já sonhou com a sua estrutura. Vários portais diferentes, menos energia gasta em teleportes simples. Realmente, um doce sonho.
Terminado o ritual, o mago não perde tempo: decide ir logo para Solácia. Executando uma simples magia, ele aparece nos grandes portões da cidade.
Todos podem entrar em Solácia, ainda mais, nos dias de feira, mas ninguém pode se teleportar para dentro da cidade. Nisto os Warmages foram inteligentes, e criaram uma proteção bastante eficiente. Um ritual que demorou uma década para ficar pronto, pedaço por pedaço de Solácia foi encantado, pedaço por pedaço protegido.
O mago anda pelos caminhos que já conhece bem, até se distrai relembrando de seu último passeio por lá. E de sonho, sua visita passa à pesadelo. O seu grande amigo, Kalis, Capitão dos Warmages, está na sua frente, e não muito sorridente.
“A que devemos a honra da sua visita, mago?” – Pergunta Kalis.
Solácia
Solácia, ou a Cidade de Sol, é uma Cidade-Estado em expansão. A região à sua volta se tornou muito instável e perigosa devido aos fortes assaltos às caravanas e aos pequenos povoados. Solácia, então, começou a englobá-los. Hoje, Solácia conta com tem três muralhas externas e cinco Torres-Forte.
Solácia é extremamente militarista, talvez por causa de sua origem. Esta foi construída como agradecimento ao deus do sol pela fuga de alguns sacerdotes de uma emboscada. Começou como um pequeno templo, mas as suas pastagens eram tão verdes, e seus campos tão produtivos, que todos à volta queriam dominar aquela região: a do Vale dos 12.
Os Warmages também faziam parte da força opositora aos sacerdotes de Solácia, mas tanto um quando outro tinham o mesmo inimigo: a cidade de Tagos. Os sacerdotes por causa de um de seus deuses: Tiarian; os warmages por causa de suas bruxarias: necromancia.
Decididos a não permitir que Tagos tivesse a região, os Warmages e sacerdotes se uniram, com mais algumas outras ordens mais fracas. Não demorou muito para que a organização eclesiástica e a inteligência prática dos magos chegasse em sintonia, e o desenvolvimento de Solácia foi maior do que o esperado.
Hoje Solácia se expandiu por todo o Vale dos 12, é a maior força conhecida opositora à Tagos.
[Espelho][6] – Atrasos
“Mais Atrasos… melhor garantir que posso sempre voltar pra casa”
O mago então se põe a trabalhar em seus aposentos, preparando seu ponto de teleporte, o lugar para o qual ele sempre poderá se teleportar com facilidade. e não tem a intenção de sair dali, até que este encanto esteja pronto.
“deu muito trabalho preparar este lugar, não quero ficar preso pra fora.”
Cidades-Estado
É uma denominação dada a cidade que são como Estados, ou sejá, possuem território, governo, soberania e povos próprios.